IoT e a revolução tecnológica

     Conectando objetos entre si mais do que a antiga internet conectava apenas computadores, a Internet das Coisas (do inglês Internet of Things, IoT) veio para revolucionar o mundo.

 

    Um conceito que desde que John Romkey adaptou o primeiro dispositivo à realidade da internet, uma torradeira que em contato com a rede de computadores poderia ser ligada ou desligada por um deles, só vem se desenvolvendo com a criação de mais smart objects (objetos inteligentes), que dialogam entre si e a rede para facilitar e dinamizar o nosso cotidiano em nossas casas e nas cidades.

 

    Para pesquisadores como Weiser (1991), a internet ainda está no meio da sua trajetória, ela precisa ser internalizada por todos os indivíduos, sem dificuldades de compreensão, para que ela não seja diferente de uma roupa que estamos vestindo. Quando a internet chegar a esse ponto, poderemos usar de todo o alcance que a Internet das Coisas nos dá, com eletrodomésticos conectados à rede, carros, acessórios, uma gama infinita de possibilidades. Weiser foi pioneiro em falar da computação ubíqua, essa computação está em todos os lugares e em todos, ao mesmo tempo, coexistindo harmonicamente.

 

    Nesse contexto surgem também as cidades inteligentes (smart cities), altamente tecnológicas, conectadas, fluidas e capazes de adaptar às nossas expectativas e necessidades, bem como as tecnologias inteligentes de saúde (smart healthcare), que serão responsáveis por salvar vidas, além de melhorar a qualidade de inúmeras outras, e as smart homes (casas inteligentes), que já vem mudando as casas tradicionais para torná-las mais integradas a um app em nossos smart phones, por exemplo.

 

    Tanta conectividade e o tipo de informação processada, que é livre, despretensiosa e, ousamos dizer, autônoma, tem um grande desafio: a criação de leis que possam abrangê-las, considerando a necessidade de auto-regulação e da não perda da privacidade, e a preocupação com hackers que possam invadir os sistemas, roubar dados e controlar dispositivos, executando ações negativas, ideológicas ou não, que venham até mesmo ferir outros seres humanos.

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